quarta-feira, 28 de abril de 2010

HISTÓRICO DA URÉIA

Em 1770, o cientista alemão Rouelle identificou a uréia, e, em 1828,
ela foi sintetizada pela primeira vez; porém, industrialmente, admite-se que
ela começou a ser fabricada em 1870, quando Bassarow promoveu sua
síntese por meio do gás carbônico e da amônia. A capacidade dos
ruminantes em converter o nitrogênio não-protéico em proteína microbiana
foi verificada por Weiskee em 1879.
Durante a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918), na Alemanha,
por causa da dificuldade de obtenção dos alimentos protéicos convencionais,
tortas e farelos das oleaginosas, a uréia foi muito utilizada na alimentação
dos bovinos como fonte protéica das rações, visando à produção de leite e
carne. Assim, na Europa e, posteriormente, nos Estados Unidos, foram
intensificadas as pesquisas relativas à utilização da uréia na alimentação de
bovinos e ovinos, objetivando principalmente reduzir o custo das rações.
A obtenção industrial da uréia é feita pela combinação da amônia
com gás carbônico, sob condições de elevada temperatura e pressão. Em um
reator de síntese de uréia, a uma temperatura de 195°C e pressão de cerca de
240 Kg/cm², ocorre a reação de síntese. Como a reação não se processa
integralmente, permanecem no reator uréia, carbonato de amônio, água e
excesso de amônia, necessitando de purificação, que será realizada numa
etapa posterior.
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A uréia é um produto químico que se apresenta em estado sólido, na
cor branca, sendo higroscópica e solúvel em água, álcool e benzina, tendo
sua forma química NH2CONH2.

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